terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

09/02/2010

Domingo dei uma geral no cômodo que chamo de quarto. Tirei muito lixo (mesmo!).
Não gosto de guardar coisas, isso me faz sentir preso; se eu fosse dono da casa onde moro já teria me livrado dela também. Evito reter coisas com pretextos sentimentalistas; o que não é útil só pode ser inútil.

Entretanto certas coisas que achei durante a limpeza (meros pedaços de papel impressos) foram mais fortes do que eu (talvez aínda tenham algum valor né...): Não conseguiram exatamente mudar minha vontade de defenestrá-los, ao invés, incutiram em mim vontade de preservar seu conteúdo; pelo menos por ora: porque assim que isso passar -e é bem provável que passe- eu juro que apago esse post com todo o seu "conteúdo".
Acabei scaneando tais pedaços de papel e suas idéias parasitóides (tomando sempre o cuidado de esconder ou apagar meu nome onde ele aparece) mas não me dei nem ao trabalho de editar as imagens antes de upar. Pelo menos aqui, tudo que elas parasitarão serão alguns Mb nos servidores do Blogger.




Fig.1) Auto retrato feito por mim. Acho que eu tinha 6 ou 7 anos.


 Fig. 2) Desenho esculhambado feito numa "aula" de Ed. Artística. Não me dei ao trabalho de  colocar na posição correta.




 Fig. 3) Isso foi escrito por uma "paquereti" atrás da capa do meu caderno de matemática da 8ª série. Eu nunca me dei bem com o sexo oposto, essa garota talvez tenha sido a única que gostou de mim sem eu ter feito absolutamente nada de especial.



 Fig.4) Esse recado foi escrito por um de meus amigos de infância. Nessa época eu era muito religioso e estava voltando de um "retiro espiritual". Acredito que tenha sido escrito por "livre e expontânea pressão".

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